“Ele pode comer doce?”.
“Coloque pedaços de chocolate meio amargo em uma tigela e coloque no microondas por 30 segundos, (se não ficar derretido, pode colocar a mais tempo). Enquanto isso você pega a forma e o chocolate branco. Quando acabar, bote o chocolate derretido na forma e coloque os pedaços de chocolate branco pelo meio, por baixo e por cima e coloque a outra parte da forma do ovo e coloque na geladeira até o dia seguinte.
Depois, pegue o ovo e abra (se não conseguir abrir não arrisque de quebrar ovo, coloque água na forma com o ovo dentro antes de tirar). Depois que abrir, pegue uma faca afiada e corte em forma de ovo de páscoa normal. Depois é só comprar o papel para embrulhar e pronto(*)”.
A Páscoa marca um período de renovação e deve ser lembrada com resignação e alegria, mas o bom mesmo, é que a época de comer chocolate, muito chocolate. Mas, um “gastroplastizado” pode comer chocolate? Depende!
Depende de a quanto tempo está operado, da dieta que esta seguindo, da quantidade, do momento que irá comer o chocolate e principalmente do organismo... se o organismo não aceitar o chocolate, pode esquecer.
Uma dica que pode valer ouro nesse feriado: Prefira comer doces após as refeições, assim a porção ingerida é menor e o risco de dumping também diminui.
Seu médico é a pessoa ideal a lhe dizer se a cesta do seu “coelhinho da páscoa” será recheada ou não, por isso antes de sair por ai mastigando, troque uma idéia com ele.
Feliz páscoa!
“Pode!”
(*)A receita apresentada neste post foi retirada dessa página: http://tudogostoso.uol.com.br/receita/8237-ovo-de-pascoa-de-chocolate.html#
sexta-feira, 21 de março de 2008
A páscoa chegou!!!
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Gustavo dos Santos
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sexta-feira, 14 de março de 2008
Expectativas ou simplesmente cobranças?
“Grande Gustavão, emagrecendo muito?”
Dívida ou crédito? É isso mesmo, temos uma dívida ou um crédito com o nosso peso?
Fazer a cirurgia de redução do estômago é uma importante decisão em nossas vidas, mudamos hábitos, pensamentos, alimentação, peso e auto-estima. Sempre de uma maneira positiva, passando a gostar mais de nós mesmos.
E o processo de melhoria, como se dá? Essa resposta só terei daqui alguns meses, mas as cobranças já fazem parte do meu dia-a-dia. São cobranças diferentes das do passado, mas ainda sim cobranças.
Antes a postura era mais agressiva, mais direta: “Quando você vai cuidar desse peso?” ou “Cara, se você não emagrecer, você vai morrer!”.
Com a notícia da cirurgia, a admiração aparece: “Quanta coragem, parabéns!”, “Sério... que legal... quando vai ser?”.
Depois da cirurgia voltam as cobranças, dessa vez de uma maneira mais sutil, menos agressiva, mas ainda sim cobranças:“Grande Gustavão, já emagreceu quanto?”, “Já perdeu muita roupa?”, “Não vá toma leite-moça de canudinho, heim!”.
Hoje, além de perceber as expectativas das pessoas, você também se cobra pelos resultados. É comum se perguntar sobre os resultados ainda inalcançados ou se estamos no caminho certo, mas fique tranqüilo. O caminho é certo e apesar de seu peso ser um débito seu, você é o principal credor da sua vida.
“Até agora 20 quilos!”
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Gustavo dos Santos
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quarta-feira, 5 de março de 2008
Uma conversa confortante.
“Você reduziu?”
Os iguais se reconhecem! Alguém disse isso em algum livro que li. Se estiver errado, não tem problema, essa é uma boa frase para iniciar o post de hoje.
Uma menina me abordou perguntando se havia reduzido o estômago, com espanto, respondi que sim. Ela abriu um sorriso e disse: “Eu também operei, faz dois anos”. Foi muito legal ter contato – pessoalmente – com alguém que passou pelas mesmas coisas que estou passando.
Parecia uma criança curiosa, “cuspindo” uma pergunta atrás da outra para aquela pobre pessoa, que se mostrou atenciosa e respondeu a todas as perguntas. Ela me contou que hoje leva uma vida normal, não tem problemas com a alimentação, mastigação e dumping e afirma que foi o melhor investimento que fez na vida.
Meus questionamentos são cada vez mais raros, os desconfortos com a alimentação sólida são menores a cada dia e conversar com alguém que fez a cirurgia, mostra que a vida de pós-operado não é o bicho de sete cabeças que parecia ser.
“Eu também! Faz dois anos.”
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Gustavo dos Santos
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21:31
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domingo, 2 de março de 2008
Um novo jeito de olhar o cardápio.
“Não vai comer sobremesa?”
Sentar a mesa não é mais como antes. Até o dia da cirurgia, quando olhava o cardápio, pensava da seguinte forma: “Será o suficiente?”. Sempre escolhia porções fartas e não era incomum pedir mais de um prato. Geralmente comia tudo, até me empanzinar.
O fato de pedir muita comida não significa que era comida ruim, gostava de bons pratos, mas sempre exagerava na dose. E depois da cirurgia? Como é ir a um restaurante?
Ao abrir o menu você vê uma infinidade de comidas deliciosas: “Hum! Quero isso, quero esse, mais esse e esse também! Mas... isso tudo vai caber?”. Hoje, a escolha é feita pelo paladar, não mais pelos olhos, e o tamanho da porção ainda tem sua importância, mas a preocupação agora é: “não será muito?”.
Por isso, quando me programo para ir a um restaurante, saiu de casa pensando no tipo de comida que quero comer, e a escolha é feita com critérios de um bom gourmet. Procurando o sabor e a satisfação que terei ao final da refeição.
“Não tem espaço”
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Gustavo dos Santos
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21:10
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